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     ARTIGOS PE. JÚLIO

 
     
 
APARECIDA ILUMINA E INSPIRA NOSSA CAMINHADA
 

 1.         PRIORIDADE DE APARECIDA: “Não temos outra felicidade nem outra prioridade senão a de sermos instrumentos do Espírito de Deus na Igreja, para que Jesus Cristo seja encontrado, seguido, amado, adorado, anunciado e comunicado a todos, não obstante todas as dificuldades e resistências. Este é o melhor serviço - o seu serviço! - que a Igreja deve oferecer às pessoas e nações” (DA, n. 14).


 2.         TEMA DE APARECIDA: “DISCÍPULOS E MISSIONÁRIOS DE JESUS CRISTO, PARA QUE NOSSOS POVOS NELE TENHAM VIDA – EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA” (Jo 14,6).


 3.         O SIGNIFICADO DE JESUS CRISTO: Procurar ser parecidos com o Mestre (DA, nn. 136-142); todo discípulo é um missionário, “pois Jesus o faz partícipe de sua missão, ao mesmo tempo que o vincula a Ele como amigo e irmão” (DA, n. 144); “a missão não se limita a um programa ou projeto, mas é compartilhar a experiência do acontecimento do encontro com Cristo, testemunhá-lo e anunciá-lo de pessoa a pessoa, de comunidade a comunidade e da Igreja a todos os confins do mundo (cf. At 1,8)”. (DA, n. 145)


 4.         O SIGNIFICADO DA IGREJA: “A Igreja, como “comunidade de amor” é chamada a refletir a glória do amor de Deus, que é comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo... A Igreja cresce não por proselitismo mas “por atração”: como Cristo ‘atrai tudo para si’ com a força do seu amor. A Igreja “atrai” quando vive em comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou (cf. Rm 12, 4-13; Jo 13, 34)” (DA, n. 159). “A vida em comunidade é essencial à vocação cristã... Deus não quis salvar-nos isoladamente, mas formando um Povo” (DA, n. 164).


 5.         A VIDA PAROQUIAL E O SENTIDO DA PARÓQUIA: “São células vivas da Igreja e o lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristo e a comunhão eclesial. São chamadas a ser casas e escolas de comunhão” (DA, n. 170); “Um dos maiores desejos que se têm expressado nas Igrejas da América Latina... é o de uma valente ação renovadora das Paróquias, a fim de que sejam de verdade ‘espaços da iniciação cristã, da educação e celebração da fé, abertas à diversidade de carismas, serviços e ministérios, organizadas de modo comunitário e responsável, integradoras de movimentos de apostolado já existentes, atentas à diversidade cultural de seus habitantes, abertas aos projetos pastorais e supra-paroquiais e às realidades circundantes’ “ (DA, n. 170). “Todos os membros da comunidade paroquial são responsáveis pela evangelização dos homens e mulheres em cada ambiente” (DA, n. 171); “A renovação das paróquias no início do terceiro milênio exige a reformulação de suas estruturas... Sua própria renovação exige que se deixe iluminar de novo e sempre pela Palavra viva e eficaz” (DA, n. 172). “Uma paróquia, comunidade dos discípulos missionários, requer organismos que superem qualquer tipo de burocracia. Os Conselhos Pastorais Paroquiais terão de estar formados por discípulos missionários constantemente preocupados em chegar a todos. O Conselho de Assuntos Econômicos junto a toda comunidade paroquial, trabalhará para obter os recursos necessários, de maneira que a missão avance e se faça realidade em todos os ambientes. Estes e todos os organismos precisam estar animados por uma espiritualidade de comunhão missionária...” (DA, n. 203).

 


Pe. Júlio Antônio da Silva

 

 

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